domingo, julho 10, 2005

FHC quer Acabar com a Corrupção! Quem Acredita Nisso!

O procurador geral da República Geraldo Brindeiro ficou conhecido, durante o governo de Fernando Henrique Cardoso, como o “engavetador-geral da República”.
De todos os 626 inquéritos que passaram por sua mesa até maio de 2001, 242 foram engavetados e 217 arquivados.
Dos 242 que ficaram parados na gaveta do procurador, 194 tinham deputados federais como réus. Outros 33 se referiam a senadores, 11 a ministros e ex-ministros e 4 ao próprio presidente FHC.
Esse foi o tom do “combate” à corrupção durante o longo reinado tucano, indicado já em janeiro de 1995 quando FHC extinguiu, por decreto, a Comissão Especial de Investigação criada pelo governo Itamar para combater a corrupção.
Em 2001, sob a ameaça de uma CPI da Corrupção, FHC criou a Controladoria Geral da União que, naquela época, ficou notável por abafar denúncias. No atual governo, a CGU tem papel central no combate à corrupção.
Muitos casos rumorosos tiveram sua apuração por uma CPI impedida, durante o governo FHC, por uma eficiente operação-abafa. Entre eles destacam-se:
• O caso Sivam/Sipam, com acusações de tráfico de influência e de corrupção, que derrubou o ministro da Aeronáutica, Brigadeiro Mauro Gandra e dois assessores próximos de FHC, Júlio César Gomes dos Santos e Francisco Graziano.
• As acusações de compra de votos para aprovar a reeleição de FHC. Os deputados Ronivon Santiago e João Maia, do PFL do Acre, foram condenados por receber 200 mil reais para votar a favor do projeto; outros três deputados foram absolvidos pelo plenário da Câmara. A operação abafa de FHC impediu que uma CPI investigasse o caso.
• A privatização da Cia Vale do Rio Doce. A Vale, empresa lucrativa e estratégica para os interesses do Brasil, foi leiloada por apenas 3,3 bilhões de reais, embora valesse pelo menos 30 bilhões. Foi um dos negócios mais nebulosos da era FHC.
• A privatização da Telebrás, um jogo de cartas marcadas, com o nome de FHC envolvido em gravações que mostraram o envolvimento de lobistas com autoridades e repasse de informações privilegiadas. A Telebrás foi leiloada por 22 bilhões de reais apesar de, nos dois anos e meio anteriores à “venda”, o governo ter investido mais de 21 bilhões reais no setor. Além disso o BNDES financiou metade da entrada de 8 bilhões de reais dada pelos compradores; uma rapinagem que nunca foi investigada.
Sem falar que apesar de ter vendido quase todo o Brasil para o Capital Estrangeiro, a atual oposição, recbeu de Itamar Franco um país com um dívida externa de 60 bilhões de dólares e entregou em 800 bilhões de dólares.
ALGO DE PODRE SOA NO AR!!!!!!!!!!!!!