Enquanto a Mídia Mundo Reconhece os Avanços do Brasil, a Mídia de Cá Continua o Golpe!
O tradicionalíssimo jornal francês Le Figaro diz que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva está sendo "festejado" em Paris, apesar de se ver "enfraquecido" em Brasília. E que seu antecessor, Fernando Henrique Cardoso, "não engole" o "sucesso" do petista no exterior.
Em várias reportagens, o diário parisiense, que não pode ser acusado de simpatias esquerdizantes, relata a programação de Lula durante sua visita à França e a crise que vem enfrentando no Brasil.
E mais adiante, com fina e francesa ironia: "O sociólogo e ex-presidente Fernando Henrique Cardoso sabia como ninguém render homenagem, na mesmoa Sorbonne, à herança do Século das Luzes e do positivismo de Augusto Comte. Mas Lula é o primeiro brasileiro a sacudir a frança e os seus pares do Grupo dos oito países mais industrializados (G8) sobre a responsabilidade que têm em relação aos mais pobres, em particular a África."
"Lula conseguiu instalar seu país na dianteira da cena internacional", avalia o Figaro. "Em dois anos e meio, ele reafirmou a ancoragem do Brasil na América Latina, jogando um papel-chave em todos os conflitos regionais, no Haiti mas também no Equador, na Bolívia, na Venezuela. Em maio último, Brasília também hospedou a primeira cúpula dos países árabes e latino-americanos. Lula ainda visitou 13 países da áfica, "este continente cuja existência a elite brasileira prefere esquecer, para sonhar com Londres, Paris, Nova York e Madri", ironizou Lula.
"O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que não engole o sucesso de Lula no cenário internacional, achou por bem lhe aconselhar a não se candidatar para ter uma saída honrosa", diz o jornal. Mas o Le Figaro também diz que pesquisas mostram que o presidente mantém sua popularidade e que os mercados financeiros seguem confiando no governo. Um artigo de Lamia Oualadou, na edição de ontem (14), relata que "Lula eletrizou" sua platéia ao falar na Sorbonne, sobre o Haiti, e polemizando com o presidente francês, Jacques Chirac, que "a democracia não é apenas o direito de gritar que se tem fome, é principalmente o direito de comer".
Em várias reportagens, o diário parisiense, que não pode ser acusado de simpatias esquerdizantes, relata a programação de Lula durante sua visita à França e a crise que vem enfrentando no Brasil.
E mais adiante, com fina e francesa ironia: "O sociólogo e ex-presidente Fernando Henrique Cardoso sabia como ninguém render homenagem, na mesmoa Sorbonne, à herança do Século das Luzes e do positivismo de Augusto Comte. Mas Lula é o primeiro brasileiro a sacudir a frança e os seus pares do Grupo dos oito países mais industrializados (G8) sobre a responsabilidade que têm em relação aos mais pobres, em particular a África."
"Lula conseguiu instalar seu país na dianteira da cena internacional", avalia o Figaro. "Em dois anos e meio, ele reafirmou a ancoragem do Brasil na América Latina, jogando um papel-chave em todos os conflitos regionais, no Haiti mas também no Equador, na Bolívia, na Venezuela. Em maio último, Brasília também hospedou a primeira cúpula dos países árabes e latino-americanos. Lula ainda visitou 13 países da áfica, "este continente cuja existência a elite brasileira prefere esquecer, para sonhar com Londres, Paris, Nova York e Madri", ironizou Lula.
"O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que não engole o sucesso de Lula no cenário internacional, achou por bem lhe aconselhar a não se candidatar para ter uma saída honrosa", diz o jornal. Mas o Le Figaro também diz que pesquisas mostram que o presidente mantém sua popularidade e que os mercados financeiros seguem confiando no governo. Um artigo de Lamia Oualadou, na edição de ontem (14), relata que "Lula eletrizou" sua platéia ao falar na Sorbonne, sobre o Haiti, e polemizando com o presidente francês, Jacques Chirac, que "a democracia não é apenas o direito de gritar que se tem fome, é principalmente o direito de comer".

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